domingo, 9 de outubro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Nossa poética

Desde o primeiro momento
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Novos ares
Onde as palavras
Sabor do Som
Cada tempero na boca suja
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Da presença tua.
O que acontece com o sol e a lua.
E nós giramos pelo salão
flutuando sobre as nuvens
um olhar no fundo dos olhos
para ter certeza
que vou segurar tuas mãos
e não me afastarei mais de ti e
te acompanhar pelo caminho
até onde? não sei. Tu conduzirás
com a luz do teu sorriso
e deixar que adiante
o amor guie nossa dança
e as nuvens cubram nossos pés
e que nem o céu
nos afaste novamente
como acontece com o sol e a lua.
(Zanco, o Cultivador)
domingo, 14 de agosto de 2011
Nem pára, menos passa
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Conheça o livro Universo em Desencanto.
Muito em breve o Brasil será foco de atenção de todas as nações, a natureza dos acontecimentos políticos e sociais é o principal fator atuante nesse evento. Porém o que poucos sabem é que não seremos apenas palco para o desporto, qualidade inerente do ser humano, seremos uma nação em evidência por causa da conjunção astral que nos favorece por o Brasil ser berço da Cultura Racional a fase do novo milênio.
Mesmo que casos infelizes venham acontecendo e que aconteçam durante esse período, são percalços para evidenciar que não há nada perfeito no mundo e devemos aprender com os erros.
Direcionem seus pensamentos para o bem que seremos em breve a nação da concórdia universal.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Próxima dessa distância.

Que distância é essa que parece tão próxima?
Pela força do pensamento me transporto
Pra chegar a um campo, longe
Que de tão vasto segue na imaginação
Transporta-se entre as mensagens
Chega em sonhos e me aproxima dessa distância.
As dúvidas e os sentimentos se perdem nesse caminho.
Adormeço pra que a distância se torne em sonho
A imagem de uma rosa solitária em meio ao campo
Protegida por seu pequeno príncipe.
Pra fazer cada uma das estrelas
Estarem cada vez mais próximas.
Zanco, o Cultivador
domingo, 10 de julho de 2011

Quando pensava que nada tocaria
meu coração
apareceu uma rosa que aos poucos
não sabia
de nada ela sabia, nem eu
foi construindo, arquitetando um jeito
de chegar ao ponto
onde nós nos encontraríamos
onde nós dançaríamos
e no dia seguinte ela ainda estava aqui
presente em meu peito,
mensagens mudas
ela nada dizia
e eu cada vez queria mais
ouvir o que aquele sorriso
aqueles olhos queriam dizer
mas eles permaneciam mudos.
(Zanco, o Cultivador)
quinta-feira, 16 de junho de 2011

O quanto cabe num coração é a medida de um infinito
Não se pode contar em números
É apenas uma super lotação de sentimentos
Que podem correr nas veias ou se guardar num baú
Se este for sem fundo,
Não pesa, não tem massa nem densidade
E se parar pra pensar na intensidade
Não são decibéis ou graus Celsius
Nem ao menos o poder da verdade
É sentir na pele, no tato, no cheiro
No sentido de estar vivo, ou por enquanto.
(Zanco, o cultivador)
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Todas as coisas

Se pudéssemos saber
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Na bolha.
sábado, 2 de abril de 2011
e-qui-dis-tan-te
Reflexões sobre a metamorfose

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sei que a compreensão
vai além do viver
mas viver ajuda a compreender.
Mesmo não estando certo.
Sem certeza de nada, vamos aos poucos compreendendo,
e mesmo que esta reflexão não acrescente nada
nas páginas da história universal,
me sinto vivo e aprendendo que isto tudo
pode não valer nada,
mas esta é a minha maneira de expressar
a existência de um atuador
que mais reflete do que age.
Com respeito e com vontade de transformar.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Leia-me dos pés a cabeça.
sou constituido de letras
quase sem sentido
onde há membros sou sílabas
de formação oxítona
com a centuação indefinida
onde há músculos sou frases
de artigos definidos
de luzes e sinônimos
onde há células sou pontuação
acompanho o fim da oração
de um objeto indireto
onde há juntas e ossos
sou figura de linguagem
sujeito de uma vida sem gramática
e com linguagem simbólica
da língua, da boca, dos orgãos
públicos, dos agentes passivos
leitor aprendendo o alfabeto
querendo ler no corpo humano
algum sentimento nobre.
Troco:
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Tu estás aqui.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Feliz Aniversário

quanto cruel
quando menos se espera ela se acaba
as vezes, mesmo sem ânimo temos vida
e vice-versa ao contrário.
Não sabemos o que fazer
com a vida que nos é dada
vamos vivendo por ver os outros viver
se ao menos a vida fosse boa
porque morrer?
Acho que morrer não é quando
a vida acaba
é quando a vida chega
não é o fim, nem o começo
é nada.
domingo, 10 de outubro de 2010
Encontrarás outros
Literatura cênica.







